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from Felipe

Espero me calar depois deste artigo. Já disse tudo o que tinha para dizer.

Estou tratando de um assunto mainstream, nossa! No entanto, este é um momento onde não pretendo usar dos rótulos da teoria cognitiva e tratar o filme d'uma maneira mais simples e direta: focando no todo. Este artigo pressupõe apenas que o leitor tenha assistido o filme, logo, não vou cobrar conhecimentos prévios como já fiz nas minhas outras análises de filmes – quem sabe quando eu observar sob a perspectiva da teoria cognitiva. Talvez em breve. Talvez.

Pois bem, de maneira curta e grossa, O Poço é o Purgatório. A plataforma mágica, o sono onde o sujeito dorme num andar e acorda em outro e a tecnologia de ponta que é capaz de detectar alimentos no andar. Vigilância? Inteligência artifícial? De qualquer forma parece que há algum mecânismo de vigilância, caso fosse “realidade” – da maneira que entendemos como tal – logo, o clímax do filme torna-se completamente descartável: pra que entregar uma mensagem para quem já sabe das coisas que acontece no Poço? Manés.

Antes de prosseguir, espero que o leitor tenha alguma noção da Teoria dos 4 discursos de Aristóteles:

Vamos trabalhar nas estruturas poéticas (no sentido do que pode ser imaginável). As regras do jogo são simples: o protagonista acorda numa realidade diferente, mas com regras pré-estabelecidas – ou seja, as fantasias que vemos durante o curso do filme como o elevador mágico e o gás. O que não puder ser compreendido através de uma explicação lógica, ficará fora do alcance da compreensão humana através do mistério.

Sendo o purgatório uma realidade espíritual individual, com base apenas nas estruturas da alma do sujeito, vamos assumir que, por um segundo, o personagem principal realmente experimentou o lugar. Portanto, vamos assumir um estado de quase morte. Ao invés da perspectiva de um purgatório compartilhado, onde todas as pessoas que estão naquele lugar são reais, há maiores chances de tudo ser uma projeção do sujeito em questão: ou seja, uma espécie de sonho lúcido.

Pois na perspectiva do lugar ser o purgatório, é evidente que a administradora, Imoguiri, ao invés de ser uma pessoa real que morreu de câncer de mama, é uma administradora da própria consciência de Goreng – o personagem principal. Sendo assim, o objetivo do lugar é testar os próprios valores de Goreng.

Imoguiri é o lado idealista da consciência. É compassivo e acredita que todas as pessoas são boas por natureza e que numa escala hierarquica, os do topo iriam respeitar os de baixo. Ela morre e volta para a fonte justamente por estar errada.

No outro extremo, Trimagasi faz o papel do “Diabo”. Sua função é simplesmente corromper Goreng pelo intelecto, usando da tortura e da lógica nua e crua como forma de persuadir. Miharu é outra face do “Demônio”, só que ao invés de corromper o intelecto, ela decide corromper as paixões: as emoções. Portanto, convém não usar de palavras mas entrar em comunhão emocional. Vemos que tal demônio é ainda mais eficiente. Vamos tomar os demônios como forças da natureza que atuam sobre o ser humano de maneira inconveniente, mas para fins poéticos, eles foram encarnados em tais personagens.

Baharat, portanto, representa o lado ativista da consciência, que quando encontra uma causa pela qual lutar, vai até as últimas consequências não importa o que aconteça. Sr. Brambang consiste nas funções mediadoras da consciência, não entrando como uma barreira mas como um filtro.

O objetivo de tal projeção mental é mostrar a realidade da natureza humana para Goreng. É simplesmente uma forma da mente idealista dele o dizer: ei, caralho, as pessoas são tremendas filhas da puta, mas ainda são responsáveis pelos próprios atos.

Em um simulácro de realidade, onde a natureza humana é exposta de maneira nua e crua e podemos observar diversos tipos de comportamento, moldado com toda a perfeição do núcleo da alma que a sustenta e tendo um chefe de cozinha que prepara os pratos mais impecáveis – no céu da consciência, os patamares mais altos da percepção, até chegar nos abismos – cria-se o corpo social: onde as almas são testadas.

Quais as lições? Simples, todos ali são tremendos filhos da puta e se fosse para aplicar a justiça no mundo, metade das pessoas deveriam ser assassinadas de maneira brutal de tal forma que começariamos do zero – e o ciclo tenderia a se repetir infinitamente. A negação dos frutos da percepção é a negação da própria realidade. Devolver um prato de comida intacto, agradavel é o mesmo que dizer: não quero tal realidade que me foi entregue, ainda que a Sobre-consciência tenha projetado tudo de maneira impecável para a alegria dos homens, os que estão em cima corrompem o que chega até a minha alma e a entopem de sujeira e maldade.

A garotinha, no fundo, não sofre influência alguma daquele ambiente. Está intacta. É a própria alma dele, ou melhor se dizendo, a parte interna a estrutura de percepção que não pode ser atingida ou influênciada por nada: é simplesmente pura e inocente.

Os diabos do intelecto e das paixões. O diabo do intelecto deseja apenas a própria sobrevivência, podendo se tornar um canibal, mentindo para si mesmo apenas para continuar com a maldade. O diabo das paixões, por outro lado, é uma forma de corrupção do ser que está buscando a criança interior. Busca a pureza, mas por conta da sujeira que encontra, tonra-se impuro: quer apenas a própria alma intacta, que ela esteja bem, mas encontra tantas desgraças no caminho que acaba cometendo atos de insanidade. Ignora o intelecto da mesma forma que o intelecto a ignora. Mas ambos não são capazes de penetrar fundo.

O intelecto deseja apenas estar nos níveis superior de pureza e clareza de percepção enquanto as emoções querem descer até a alma mas sempre acabam tendo algum choque de realidade e sobem: quando voltam, estã ainda pirores. Além do fato de que, se as emoções forem muito fundo, uma hora ou outra vão acabar sendo destruídas: como muitos viciados que morrem por dentro.

Devolver a criança, logo, significa dizer: ei, eu nego tudo o que me foi entregue nesta realidade pois está sendo sujado por mãos humanas. No entanto, eu devolvo minha alma, a estrutura mais pura do meu ser, para que nas mãos da perfeição ela esteja e na ordem sobreviva, sendo servida pelo que há de melhor no universo.

Tal encontro só pode ser feito na morte, que é o que acontece com Goreng no final do filme. A vida é o processo de busca de tal alma. O Purgatório, enquanto projeção mental, é o Big Picture da própria vida de Goreng até o momento de sua morte. Ele aceitou a etapa de purificação, o purgatório, que também pode ser chamado de reflexão.

Pois através da sabedoria vamos nos purificando e removendo o que há de imperfeito em nossas almas. Quanto mais fundo vamos na busca pelo conhecimento, mais partes nossas vamos matando para limpar o nosso ser. Mais próximos ficamos de encontrar nossas almas. Algo que uma pessoa perversa, filha do caos, está distante de alcançar: pois ao reprovar em todos os testes superiores por conta da maldade, o que há de fazer com a própria alma? O que há de fazer com a garotinha do fundo? Deixá-la morrer de fome? Voltar com ela, trazendo toda a essência impura de volta ao caos (no caso, ressuscitar)?

O Poço, mesmo no andar zero, é o mundo interior que sofre influências do mundo real externo. As pessoas são projeções da natureza humana nua e crua. O chefe de cozinha, impecável, compõe a parte universal da nossa alma: as leis morais que governam o mundo interior (da qual podemos ir contra, mas pagando caro depois). Do outro lado, a garotinha, é a nossa individualidade, síngularidade e a raíz da consciência. A alma. A percepção pura e simples, livre até mesmo das escolhas.

O que implica o encontro da alma com a lei moral na forma mais perfeita? No fime, seria óbviamente o fechamento do Poço. Que significa, em termos mais claros, o fim do purgatório: e o purgatório é aqui, na Terra. O que vamos devolver para a fonte? O que devolvemos todos os dias? Basta ter força de vontade para enfrentar nossos monstros e alimentar nossos heróis inocentes que estão dentro de nós para conseguir terminar a missão e mandar a garotinha que está dentro de cada um de nós.

É um processo indivídual. Nós somos os resultados das nossas próprias escolhas. O mesmo Poço que está dentro de nós, também está do lado de fora. Vamos chegar todos fodidos até a garotinha e, aí de nós! Imagine se nos apresentarmos com o psicológico corrompido por conta de muita maldade, fracos e próximo da morte! Ela vai correr de nós! Ela pode morrer. Nosso antigo ser pode ficar na eterna escuridão. Mas se falharmos em mandar nossa alma para a luz?

Então aparece uma pergunta muito simples: o que podemos fazer para mandar nossas almas para a luz. Livre de línguagem símbólica, o que exatamente deve ser feito? Bem, a resposta básica é comer. Mas comer pensando nos que estão em baixo, já que não podemos cagar para cima. Em outros termos, é pensar no próximo e, em nossa jornada para buscar nossas almas, ser bons com que é bom e precisa de ajuda mas... Dar uma paulada na cabeça de todos os filhos da puta que se aproveitarem de nós para continuarem cometendo maldades!

Devemos amar a Justiça de todo o nosso coração. Assim, poderemos amar verdadeiramente. E, uma pessoa de percepções saudáveis em condições adequadas, junta de semelhantes, que faça isto, certamente viverá em paz e terá livre acesso a qualquer parte do próprio ser quando bem entender. Isso se chama auto-controle. Conquista-se através do conhecimento da Verdade, que necessita a prática da bondade que, além da ausência de doenças na percepção, exige sensibilidade ao que é belo.

Espero que seja meu último artigo – de modo que os outros sejam mero passa-tédio – pois finalmente disse tudo o que tinha para dizer de modo a calar minha mente e seguir a jornada pela busca da minha alma e ter aberto as portas para que outra pessoa, nem que seja apenas uma, consiga obter os mesmos resultados formidáveis.

Apesar de não ter nenhuma religião, creio que há um Deus, mas não da forma que me foi passada ao longo dos tempos. Mas, sendo uma espécie de agnosticismo ou não, este jogo diz respeito apenas a nós mesmos e ao que vamos devolver a ele. Não é um ser humano, mas a estrutura do real e independe das nossas opniões sobre o mesmo. O que importa é a nossa relação entre nós mesmos. Entre ele é o que vêm depois. Estamos aqui para amar uns aos outros e nisso eu concordo com o Cristianismo. Concordo, também, com o senso de justiça do Islã, apesar dos inúmeros erros que estão sendo cometidos.

Pois há um pedacinho do céu em cada povo e em cada pessoa e a mensagem pura é apenas a nossa percepção que é limitada em comparação ao infinito. Devemos nos abrir para o amor de Deus e começa no teste do purgatório que é esta vida: amar a humanidade. Alguns vão escolher amor de paixão e outros o amor de justiça – como é o meu caso. No entanto, na escolha do amor está a escolha do que as religiões chamam de Céu. Portanto, a cada um dos camaradas e das camaradas que compreendem minhas palavras e que eu busco o melhor para homens e mulheres – igualmente e sem injustiças – antes de começar a minha jornada pessoal e me calar definitivamente:

Amo-te.

 
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from Auf nach Eutopia!

01. September 2019 – Anstatt eines Vorwortes I

Lieber Mitmensch,

vielleicht denkst Du manchmal darüber nach, warum Menschen das Zusammenleben auf dem Planeten bisher nicht so gestalten, dass allen Lebewesen dauerhaft ein würdiges Dasein möglich ist. Was können wir Menschen tun und wie können wir es erreichen, dass die Erde zu einem guten Ort wird? Nichts anderes bedeutet Eutopia: guter Ort. Mich beschäftigt dieses Thema seit meiner Kindheit. Obwohl ich die Dinge inzwischen differenzierter betrachte, bewegen mich noch die gleichen Fragen. Denn trotz aller Entwicklung wurden die damaligen Probleme auf dem Globus nicht gelöst. Ganz im Gegenteil, viele verschärften sich. Rasante Fortschritte in Wissenschaft, Technologie und Technik täuschen darüber hinweg, dass sich die Entwicklung der menschlichen Gesellschaft seit Jahrtausenden nur im Schneckentempo und in engen Grenzen vollzieht. Menschenunwürdige Unterdrückung und Ausbeutung existieren heute ebenso wie zu Zeiten der Sumerer. Perfektioniert und nahezu unsichtbar. Modern ausgedrückt: Effizient. Viele Menschen im Jetzt sind sich dessen nicht bewusst.

Schaue ich auf die Welt, sehe ich, bei aller Schönheit der Erde und des Lebens, vor allem überall Unmenschlichkeit. Mitmenschen sterben durch Krieg, Terror und Hunger. Mitmenschen fehlt der Zugang zu sauberem Wasser und zu ausreichender medizinischer Betreuung. Mitmenschen erfrieren schutzlos unter freiem Himmel, weil sie sich kein Dach über dem Kopf leisten können. Tiere vegetieren in qualvoller Massenproduktion und warten auf ihre »Erlösung« durch Massenexekutionen. Die Meere, Flüsse und Seen werden leer gefischt und gleichzeitig verdreckt. Vögel und Fische verhungern bei vollen Mägen. Mit Plastik gefüllt. Wälder werden in gewaltigen Ausmaßen vernichtet. Lebensräume zerstört. Mitmenschen verwüsten und kontaminieren landwirtschaftliche Nutzflächen. Die Qualität des Grundwassers und der Nahrung leiden. Schädliche Chemikalien entweichen aus Spielzeug und Textilien. Zusätzlich wird die Atemluft vergiftet. Müll kreist inzwischen sogar im Orbit. Diese Aufzählung ist natürlich nicht vollständig. Menschen organisieren unter Führung von Experten das globale Chaos. Ich bin verantwortlich. Du auch.

»Ich hätte viele Dinge begriffen, hätte man sie mir nicht erklärt.« (Stanislaw Jerzy Lec)

Dieser Situation gegenüber stehend, beginnen viele Menschen mit Schuldzuweisungen. Urteilen ist einfacher als denken. Selten schaffen Urteile Grundlagen für Konsens oder Entwicklung. Nein, es ist keine Frage der Schuld. Der Schuldmythos steht allerdings fast immer mit den vom Menschen verursachten Probleme im Zusammenhang. Er ist ein gefährliches Herrschaftsinstrument. Mir wurde dieser Umstand erst vor ein paar Jahren klar. Um dies nachzuvollziehen muss man sich tatsächlich einmal zurückziehen und in Ruhe über wirklich alles nachdenken. Nur, wer kann und macht das schon? Fragen wie die Kinder. Warum, warum und wieder warum? Ich bin mir darüber im Klaren, dass es schwer ist, alles Gelernte und Bestehende in Frage zu stellen. Schließlich hat man für vieles intensiv gepaukt, studiert und vielleicht sogar Prüfungen dazu abgelegt. Ja, das ist tragisch. Ein Dilemma. Denn es hat den Anschein, dass die Menschheit auch vor einem Bildungsproblem steht. Dieses gestaltet sich anders, als Du jetzt möglicherweise annimmst. Ich komme darauf zurück.

Albert Einstein äußerte einmal: »Probleme kann man niemals mit derselben Denkweise lösen, durch die sie entstanden sind.« Das bedeutet nicht, dass alles, was bestand, besteht oder gelehrt und erlernt wurde, unbrauchbar wäre. Aber es bedeutet, dass man scheinbar unlösbare Fragen ergebnisoffen vom Beginn an nochmals überdenkt. Ein Perspektivwechsel wird dann unausweichlich. Vermutlich fand die Menschheit sogar im Laufe ihrer Geschichte schon längst Konzepte und Lösungen. Wahrscheinlich existieren in der Gegenwart zahlreiche Ideen zu Problemlösungen. Ich werde Dir meine in den folgenden Briefen erläutern.

Von Grund auf neu denken. Wer dies nicht tut, wird weiterhin in bestehenden Denkmustern gefangen bleiben und ist auf politische, ökonomische und juristische Führer und die von ihnen ernannten und selbsternannte Experten angewiesen. Die wesentliche Schwierigkeit dabei ist, dass sich weder die Welt noch das Leben mit Politik, Ökonomik und Juristik erklären und menschlich gestalten lassen. Daher erdenken Anführer Regeln und fassen diese in Gesetze. Offene und verschleierte Zwänge und Dogmen. Über Erziehung, Bildungssystem, Religionen, Moralvorstellungen, Ideologien, Medien, ... wird den Menschen glauben gemacht, dass alles alternativlos sei. Sie werden zu glaubenden Konsumenten, Befehls- und Weisungsempfängern (im Volksmund Angestellte und Arbeitnehmer genannt), zu passiven Untertanen, dem Gegenteil von aktiven, selbstbewusst handelnden Machern, welche sich nicht gegen Geld (Einkommen) vermieten. Mit dem Blick der Verfechter der bestehenden Ordnung ist das nur zu verständlich. Die gesellschaftlichen Führer setzen das konkludente Verhalten ihrer Mitmenschen einfach voraus und sprechen ihnen gleichzeitig ab, für sich selbst denken und handeln zu können. Menschen werden in so eine Gesellschaft seit Jahrtausenden Menschen hinein geboren. Auch Du und ich.

Macht- und Gewaltmonopole und zum Zentralismus neigende hierarchische Herrschaftsgefüge ermöglichen das bestehende gesellschaftliche Konstrukt. In einer Zeit, in der man stets und ständig nach Wissenschaft und deren Experten ruft, ist es erstaunlich dass der real existierende gesellschaftliche Status quo nicht auf wissenschaftlich gesicherten Erkenntnissen beruht. Die unwissenschaftliche Willkürherrschaft wird hinter ökonomischen und juristischen Zwängen und vielen weiteren Floskeln und Begriffen versteckt. Dabei basiert sie auf einfachem dualistischem Denken. Denken in einer Dimension. Denn in dieser Gesellschaft kann ich nur mehr haben, wenn Du weniger hast. Mein Gewinn ist Dein Verlust. In einer multidimensionalen Welt erweist sich diese Organisationsform der menschlichen Gesellschaft als großes Problem. Dafür alternativlose Regeln und Gesetze zu erfinden, ist keine Wissenschaft.

Ich wollte Dir einen knappen Eindruck darüber vermitteln, worum es in den nächsten Briefen gehen wird. Eine Wanderung nach Eutopia. Ich thematisiere nicht Chaos und Zerstörung – keine Schwarzmalerei –, sondern Chancen und Möglichkeiten. Ja, ich bin davon überzeugt, dass die Menschen es schaffen, eine Transformation der bestehenden Verhältnisse zu realisieren. Sie werden Eutopia errichten. Ich unterbreite meine Ideen und Vorschläge und vor allem zeige ich, wie ich sie herleite. Ich weiß, dass ich weder allwissend noch unfehlbar bin. Ich erhebe keinen Anspruch auf Objektivität. Es kann und soll einfach ein Anfang sein. Sicher werden Dir, wenn Du beginnst selbst nachzudenken, andere Ansätze, Wege und oder Ergänzungen in den Sinn kommen. Es wäre wunderbar.

Liebe Grüße

Dein Mitmensch

 
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from Felipe

Tudo o que tiver que dar errado, vai dar errado!

Anything that can go wrong, will go wrong. That's a famous law. If you live a long life, you'll understand.

Neste artigo convém fazer algumas reflexões sobre a situação atual do povo brasileiro. Do ginocêntrismo até a escravidão, percebe-se que os negros não deixaram de ser escravos: apenas foram introduzidos numa outra forma de escravidão onde o homem é o responsável por construir e manter os alicerces da própria senzala.

Neste mês de Abril, está em aberto a hipótese do sistema de saúde brasileiro entrar em colapso. O nosso governo socialista já começou a distribuir migalhas e, como de se esperar de um socialismo ginocêntrico – onde igualdade significa escravizar uma classe da população em benefício de outra – as mãe solteiras vão receber o dobro de ração. Sara Próton já disse como deveria ser: dividir entre informais solteiros e com filhos, ignorando os sexos.

Mas não é o que acontece. É mais conveniente escravizar todos os homens do que apenas os negros. É ainda mais conveniente impedir a construção de famílias e usar da engenharia social para que as mulheres contribuam com a queda do próprio lar – por serem mais vulneráveis.

No entanto, diante de um posssível colapso no sistema, abre-se alguma brecha para que haja alguma mudança positiva. Só que deve-se ter em mente que tudo o que tiver que dar errado, vai dar errado.

Socialismo ginocêntrico

Igualdade feminista. Piada.

Dê mais dinheiro para a mulher solteira, uma miséria para o homem e o resultado não poderá ser outro: dissolução das famílias mais carentes. É a forma do governo Bolsonaro – suposto defensor da família – dizer: pobres não devem ter família. É tão ou mais canalha quanto as pessoas que defendem o aborto em bairros negros e pobres, talvez mais pois não apenas os negros são pobres e Bolsonaro pretende foder todos os homens e criar uma geração sem pai, contrubuíndo com a indústria psiquiátrica e com probleams de saúde na população carente.

O que a mulher pobre passando fome com os filhos vai fazer? Com o pai recebe 600, sem ele 1200 + pensão e ainda fica com a casa. No desespero, é claro que a família se dissolve, porra!

No reino animal, as hienas dividem carne podre com os abutres. Os leões comem, deixam um resto de miséria e, na hierarquia das hienas, as fêmeas comem primeiro, depois os filhotes e se sobrar alguma coisa, os machos roem algum osso. Eles são menores e mais fracos, por isso tal relação de submissão.

Em outro reino de animais, os poderosos que estão no topo – lê-se políticos, representantes de oligopólios e cartéis e líderes de grandes seitas – são como os leões. Fazem o que querem, comem o que querem e quem eles quiserem. Alguns são devotos da luxúria, outros, no entanto, conservam modelos dinásticos de famílias super tradicionais para se manterem no poder ao longo das gerações.

No entanto, os que estão sob os pés dos leões são obrigados a comerem os restos. É como no filme O Poço, onde a comida chega impecável no topo, mas conforme vai descendo e a mesa sendo compartilhada, a seia fica cada vez mais podre, cheia de restos e quem sabe com um pouco de bosta. Nos andares inferiores, onde a comida não chega, as pessoas são obrigadas a comerem umas as outras.

Os que conseguem subir um andar? Recebem uma bela de uma cagada na cabeça e tornam-se meras marionetes. Pois assim como nos sistemas de escravos que construíram o Brasil, o povo continua se reproduzindo em grandes surubas em grandes arenas – o carnaval! – e os poucos que conseguem alguma certeza de que são pais legítimos acabam se fodendo no final. Família é um sistema humano de poder hereditário e cumulativo, do qual as massas não compreendem muito menos participam.

Começa com o consumismo, de modo que vemos 90% dos produtos indo para as mulheres nos Shoppgins – o que um macho vai comprar naquele inferno? – e afins. Depois nas propagandas. Lembram do cara que levou uma cagada na cabeça tentando escalar o poço? Quem assistiu o filme vai entender do que estou falando. São os casamentos que “deram certo”. De fachada, sendo usados apenas para mostrar para a população: nem com dinheiro vocês poderão ter poder. Em outros termos, basta ver bilionários pagando pensões e tendo esposas desonrosas e feministas. O desrespeito de tais famílias começa no seio materno e são apenas hienas que acham que podem comer a comida dos leões, que estão apenas esperando a fome para tirá-las de cima da caça.

São porquinhos sendo engordados aos poucos. Ou melhor, estão cozinhando as rãs, aumentando aos poucos a temperatura. Começa com um banho quentinho e vai aos poucos deixando a carne mácia e pronta para ser degustada. Os carangueijos no balde também são um símbolo deveras interessante. Dividir para conquistar, sim, isto, é o que estamos vendo acontecer. É algo que já está acontecendo antes mesmo deste século: Como mostra o artigo sobre a bolha misândrica. O ocidente enfraqueceu o homem, o tornou um escravo digno de ser escarnecido por todos os seus antepassados e as mulheres que acreditavam no socialismo ginocêntrico estão vendo o sistema entrando em colapso.

A mentira

Bolo!

Piadas a parte, a mentira que estamos observando neste primeiro de abril não é a receita de bolo do minecraft. A mentira, pois, é sobre o fim da escravidão. Sabemos como o nosso país foi construído: sem terras para explorar na Europa os portugueses decidiram encontrar a terra prometida, ou o Brasil.

Chegaram, avistaram os nativos pelados e ficaram doidos. Estupraram as índias e dominaram a terra, impondo a cultura européia nos índios para depois os escravizarem. No entanto, o espírito da mãe terra que ecoava nos corações dos nativos não aceitou a escravidão.

O que levou, em seguida, os portugueses a importarem escravos da África. E foi assim que nosso país foi construído. Portugueses ganânciosos, oportunistas e imorais, alguns padres católicos tentando colocar algum freio ginocêntrico na população – veneno disfarçado e vacina, apenas para enfraquecer os homens que poderiam se revoltar e lutar contra o sistema que oprime as famílias, mas ao tirar as famílias dos mesmos pela mão das próprias esposas e os escravizar com pensão alimenticia e desvio de patrimônio pela indústria do divórcio, conseguiram aliados poderosos para manter a escravidão – índios que perderam as terras e tiveram suas esposas estupradas e negros que levavam uma paulada na cabeça num dia e acordavam em outro continente no outro: sendo vendidos por outros negros!

Tenho sangue negro, apesar de ser pardo – mas com densidade corporal e resistências formidáveis e um belo metabolismo que ajudou na inteligência e nos esportes, graças a genética negra que eu tenho orgulho de carregar – e o que aprendi com meus camaradas foi que a escravidão mudou de nome: democrácia. Ou uma nova cara para o socialismo e sistemas opressores antigos: uma soma de todos eles.

Acontee que os donos de escravos perceberam que escravizar os negros não bastava. Deveriam escravizar todos os homens para construírem confortos exclusivos mais rápidos. Mas não poderiam saber que eram escravos, logo, criou-se tal atmosféra de falsa liberdade. Ou, em outras palavras, o tema do falso paraíso, uma idéia genial encontrada no jogo Devil May Cry 3 (com fortes raízes na Divina Comédia e nos contos de H.P. Lovecraft).

A queda do falso paraíso

O ciclo se repete.

Mais uma vez, expulsos do paraíso. O fim da bolha misândrica é uma possibilidade em face de uma crise. Apesar de que a realidade está sendo a dissolução de casamentos por conta dos homens que ficaram desempregados durante a crise – ou por violência doméstica cometida por mulheres que num piscar de olhos conseguem outro otário para as sustentarem.

O que acontece quando uma civilização está em queda? No símbolismo religioso acontece o apocalipse, que é o fim da própria religião de tal civilização. No entanto, também pode ser representado pelos fenômenos que construiram tal civilização. Sim, o ciclo se repete.

Apesar disso, como eu já havia escrito sobre a Tabula Rasa, uma hora ela deverá ser quebrada. Não terá mais tinta. O ciclo acaba. Mas para quem ele acaba? Para os homens livres que por não terem se beneficiado com o sistema antigo, não vão repetir os mesmos passos na construção do novo sistema.

Pois infelizmente, gado é o que não falta e os homens modernos gostam de serem tratados como escravos. Creio que tais homens que curtem esposas feministas, se estivessem no filme O Poço, comeriam a bosta e espalhariam na cara por ter saído do cu de uma fêmea.

O conservadorismo é apenas um dos alicerces do feminismo. Um depende do outro. É como a relação entre os Elfos de Valinor e a Ungoliant:

Devora.

Depois de terem sido usadas para devorar tudo, o inimigo descobre que não poderia colocar um freio no monstro que criou e que perderia boa parte das conquistas. No final, toda gulosa estará fadada ao destino de devorar a si mesma. Tolkien foi profético sobre o fim da nossa civilização.

Ainda que o nosso governo socialista tente segurar as rédeas para garantir 50% do eleitorado feminino, ignora que tal sistema só funciona por conta dos escravos que estão se fodendo na senzala moderna.

No entanto, quem se fode na crise? Sim, os mais pobres – os mesmos que tem as famílias destruídas com as políticas socialistas e propaganda feminista – porque os poderosos, especialmente os que detém poder político, poderão se guardar para voltarem e continuarem com o ciclo.

Mas a dor fica. O caos. A reconstrução por meio de um viés tradicionalista onde por meia hora de buceta por mês o marido aceita ser escravo do sistema. Apesar disso, percebe-se que por conta do MGTOW – é notável, ainda que tenha muitos retardados no meio – há uma terceira força bem como vários grupos independentes agindo na sociedade.

Logo, no pior cenário o possível, váraios grupos vão brigar entre si na disputa pelo poder e isso significa que apenas uma força externa muito bem preparada poderia colocar ordem. Os traficantes teriam vantagem por terem armas num país de gado. Até as novas formas de escravidão se estabelecerem outra vez, os que tiverem alguma sabedoria para lidar com a crise que só está começando, poderão garantir pelo menos a própria existência.

Mas tudo o que tiver que dar errado, vai dar errado. No entanto, vejo que a necessidade agora não é mais a de fazer cálculos e análises, mas de simplesmente aproveitar os recursos e observar. Simplesmente deixar rolar para ver no que vai dar, pois é o máximo que pode ser feito.

 
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from Felipe

Introdução: são minhas reflexões sobre religião e fé. Apesar de algumas destas idéias já terem sido elaboradas em outros artigos, creio que agora chego num ponto final sobre o assunto. De modo que tudo está claro, poderei prosseguir com o desenvolvimento do meu método filosófico.

Contemplando a loucura

Começou quando criança. Observava os atos irracionais dos meus tios e eles os justificavam com o argumento de que a bíblia os ordenava. Fiquei intrigado pois um homem de ótimo raciocínio lógico ficava irracional perante as ordens de um pastor. O que este homem fez? Vendeu um apartamento, roupas, eletrônicos e muitas outras coisas conquistadas com o suor de anos de trabalho duro para entregar num evento religioso chamado de “fogueira santa”.

Ele dizia que se não entregar tudo, não seria abençoado com fortunas. Caso algo desse de errado, a desculpa era a de que ele não teve fé o suficiente. O silêncio era a resposta que ele entregava quando as próprias escrituras contestavam tais atos de imprudência. Mas ele se importava? Minha tia, no entanto, foi adoecendo aos poucos. O terror psicológico era intenso. Pessoas tinham surtos histéricos – geralmente, pré dispostas devido algum problema mental – e bancavam o teatro de estarem endemoniadas (se é que não foram pagas para isso).

Os pastores inventavam nomes para demônios. Falavam algumas palavras em latim e hebraíco e manipulavam as emoções de todas as formas possíveis. Músicas aterrorizantes tocando no ambiente, luzes vermelhas, o sonoplasto deixava a voz do pastor mais grave e o tecladista? Só poderia ser o Bach dos teclados, de tão genial. Somando tudo isso com uma tia-avó doente mental, que inventou uma história de adultério para destruir o casamento da coitada, acabou surtando e ficou 3 dias e 3 noites em pé, no quarto, rezando até a mais completa exaustão psicológica (ficando rígida da cabeça aos pés).

O marido não aceitou a proposta de reatar o casamento, pois foi humilhado e perdeu o restante dos bens para a esposa que não construiu nada durante o casamento, já que o salário dele ia para a casa e o dela era torrado em clínicas de estética, acâdemias e outros atos de vaidade. O resultado não poderia ser outro. Hipótese diagnóstica? Síndrome do Pânico, tendo quadros esquizofrênicos quando em situações de estresse. 5 anos e ainda não se recuperou totalmente e o pouco progresso que ela teve foi destruído por um irmão canalha que a roubou.

Também observei o comportamento de outras seitas protestantes. Os adventistas falsificavam a história para poder encaixar tudo de acordo com a narrativa da Bíblia. Um bando de narcisistas arrogantes, mentirosos e trapaceiros. Não é de ficar espantado o número absurdo de casos de ciclos de narcisistas e borderlines que encontrei em tal seita.

A loucura católica

O resultado foi o ateísmo na adolescência. Mas depois, nossa, um momento! Alguns católicos tomistas bem como a influência da ascenção da nova direita no Brasil me forneceu a tentação do século. Desde pequeno eu era mais interessado em receber instruções e observar argumentações decentes do que obter qualquer afeto e ao encontrar tal fonte rica em argumentações, observações da realidade e da dedcadência do mundo moderno em pouco tempo, graças a fragilidade da juventude, me tornei católico.

E em pouco tempo eu abandonei essa merda. Começou pela besteira do Terço – começou com o Rosário – que tinha o mesmo apelo emocional encontrado na primeira seita que mencionei neste artigo. Eu não sei o que me fez acreditar naqueles rituais horrendos e psicológicamente devastadores, mas sei que parei quando tive que fazer tratamento psiquiátrico para um quadro sério de Síndrome do Pensamento acelerado acompanhado de uma puta dor de cabeça. Por sorte, me recuperei em alguns meses e os exames, desde o EEG até a tomografia computadorizada do crânio, bem como os testes psicológicos mostraram que eu finalmente voltei a ser normal.

Nota: eu estou resumindo minha experiência, mas há muita sujeira na seita católlica. O fato de que os santos apresentam características de transtornos de personalidade borderline ou narcisista, como mutilação, em especial o transtorno de gado, que consiste em continuar finânciando uma instituição corrupta mesmo com todos os escândalos da mesma.

Durante esse período final, no entanto, começou uma fase de reflexão profunda sobre o que eu tinha feito da minha vida todo esse tempo e, infelizmente, ainda não assumi uma nova fé ou o fim da primeira. Confrontando as pessoas de fé, percebi que elas sustentavam a própria fé com as emoções, especialmente o medo. O medo de serem rejeitadas por algum grupo social acolhedor. O medo de ficarem sem algum significado para a vida. E o medo de não terem um trouxa para poderem enganar de modo a comprarem um terreno no céu.

Compromisso com a Bondade, Beleza e Verdade? Nunca vi. Faziam como forma de auto-preservação. Para mim, tanto as emoções doentias dessas pessoas como a falta de uma mente racional que funcione mostrou que a fé das mesmas não tinha valor algum. Era apenas uma forma de se enganarem para acreditarem em algo do qual eu não me importo. Tão logo observei esse padrão, comecei a fazer um exame em mim mesmo.

Outra nota: também tem as seitas de losers, pessoas que se dizem cristãs pelo apego que tem pelo guru, mas que não seguem qualquer moral tradicional. Composta geralmente de jovens, é um lar para degenerados sociais de todos os tipos.

Qual é a verdade?

O que é a realidade? O Universo em espaço, tempo, e matéria? O universo quantificável, portanto, deve ter uma causa inicial necessária e esse argumento lógico é perfeito. Ao retroceder infinitamente no tempo, há uma causa inicial para tudo. Logo, tal causa deverá estar acima do espaço, do tempo e da matéria por ser o sobrenatural que gerou tudo isso. Dadas as condições de ordem e equilíbrio, bem como a renovação constante, vemos que o universo é o fruto de alguma inteligência semelhante, mas superior, a nossa. Se evoluímos enquanto seres consciêntes, significa que a causa consciente – acima da orgânica – já estava presente no universo. Uma consciência, portanto?

Dentro do real existêm consciências, com várias faces e vários padrões. Cada um igualmente necessário, mas que deve ter a dose correta para não haver caos. Eu diria que é uma sobre-consciência pois está acima das estruturas conscientes em termos de avanço. Se é ou não é uma personalidade humana a questão que deveria ser respondida é: a consciência humana é a mais avançada que existe no universo? É a mais avançada que conhecemos. Mas, sabendo que a ordem é um aspecto superior, nós somos projetados para buscar a ordem.

Se tal consciência superior, ou sobre-consciência está acima do espaço, do tempo e da matéria, é inegável que ela pode – como também não pode – estar no controle de cada párticula existente (ou que virá a existir). Seja de maneira direta, ou onipresente, ou de maneira central, através de uma mente capaz de calcular com precisão a influência de uma simples formiga no curso da história. De qualquer forma, o acesso que tal sobre-consciência deve ter no universo material criado pressupõe o privilégio de super administrador, ou em outros termos, onipotência. Omnisciência já está confirmado.

Também pode ser alegado que a estrutura do universo é a própria sobre-consciência, mas por ser uma causa material vemos a necessidade de algo superior a mesma, ou a origem de todas as coisas. Sendo tal fator de origem superior a todas as coisas e tendo as consciências inferiores noção não apenas de ordem, mas de beleza e de contemplação, vemos que o propósito disso tudo é a contemplação e a evolução. O ciclo cresce em magnitude e isso é bom.

No entanto, tal ordem é feita através do confronto de forças polares diversas das quais geram os estados que vemos de alegria, tristeza, indiferença, amor, ódio e onde tiver que cair uma desgraça, não importa se as pessoas afetadas serão boas ou não: vão sofrer de qualquer forma. Pois o universo é neutro e cabe ao governo externo apenas manter a ordem e as coisas existindo.

Por outro lado, o microcosmo que há em cada ser humano e a junção do mesmo no macrocosmo, ou as conexões sociais, geram o que conhecemos por sociedades humanas. Este, por sua vez, é regido pela lei interna em cada ser humano. Ela é comúm, no que podemos captar através da lei natural ou o que é comúm de se encontrar em povos e religiões mais evoluídas. A ordem interna e quem queba a mesma em público, é castigado por outros homens. Mas quem a quebra em ambiente privado, uma hora ou outra será castigado por si mesmo.

Mesmo doenças mentais ou estados de loucura revelam que ainda existe uma ordem, mesmo que subjetiva, onde o sujeito escolhe o lado que quer estar e, obviamente, o estado final da própria consciência. Vemos também que as influências externas podem implicar numa corrupção da ordem interna de modo que a pessoa faça coisas doentias acreditando serem estas a bondade suprema e o oposto uma forma de ser castiado.

O conhecimento sobre tal ordem é proporcional a maturidade do sujeito. No âmbito coletivo, é proporcional ao desenvolvimento da civilização em questão. As que falham no processo simplesmente deixam de existir: caem por forças externas ou caem por si mesmas. Mas ainda sim, estão longes de atingirem a perfeição cósmica em sua totalidade e livres para quebrarem regras quando bem entenderem.

A perfeição superior, portanto, tem como função apenas manter a ordem externa e, de certa forma, manter as consciências existindo. Dentro ou fora de um corpo, é o que não pode ser quantificado por fórmulas matemáticas ou tratado como esquemas mentais do método ciêntifico. Em termos mais práticos, o que uma consciência sente ao ser isolada do corpo material está fora do alcance do método ciêntifico. Ao menos, é o que parece.

No entanto, aceitando a hipótese de que a consciência não é gerada no corpo, mas está acima do mesmo e após a morte ela ficará acima do espaço, do tempo e da matéria – mas não acima da ordem – o óbvio é que será a mesma consciência da qual tivemos em vida. Digamos, será a síntese de tudo o que ocorreu durante o tempo neste universo material. Logo, da noção de realidade de cada um, das possibilidades de escolha presentes na situação subjetiva e objetiva de cada ser, no estado da “Tabula Rasa” próprio, qual é a síntese própria de uma “alma” que pode dar uma pista do que a consciência da mesma é composta na forma mais pura e isolada de influências desta realidade?

O quão próxima está da ordem? O quão bela é para si e para as outras consciências? As formas que tal consciência usa para compensar os defeitos – caos e feiura, a maldade que é castigada pelas próprias estruturas da consciência e assim por diante – é maior, igual ou menor que os mesmos? Se para a ordem uma cosnciência tende a retornar quando livre do encargo desta realidade, a ordem a mesma deve assumir. Senso de medidas e de proporções.

As religiões dizem que há o céu, o inferno e o purgatório. Eu posso dizer que há um estado de sofrimento, ou melhor, de modificação/purificação, outro que é absolutamente neutro – onde assumiu o equilíbrio entre compensar e errar – que é como a própria super-estrutura da vida humana tal como conhecemos neste mundo e, por fim, o estado de contemplação suprema da ordem máxima que uma consciência humana pode atingir. Logo, a consciência começa na percepção pura e simples, passa para o corpo e do corpo vai para a realidade.

A subjetividade do julgamento da consciência diz respeito ao processo entre percepção e corpo. Claro que os efeitos na realidade contam, mas cada cosnciência tem um corpo próprio e, portanto, por doença ou por outra coisa, a percepção pode ser alterada mas uma consciência pode escolher ser boa – ou não – mesmo em tal estado de percepção alterada.

Logo, o que importa em tal processo é a percepção que alguém tem da realidade. A religião torna-se indiferente. O único propósito da cultura, religião e afins, portanto, é o de transmitir conhecimentos e entregar uma base de percepção moral e ciêntifíca. Símbolicamente ou através de línguage direta.

Como funciona o Cristianismo, então? Simples. Cria-se, primeiro, grande apego pela figura de Jesus Cristo para que ele seja amado. Logo em seguida, diz para o sujeito que se ele amar a Verdade, estará amando a Jesus Cristo. Se ele cuidar de um mendigo ou acolher uma pessoa indefesa, estará acolhendo Jesus Cristo e portanto, terá um espaço no “Reino dos Céus”. E criam-se mecânismos de lavagem cerebral para que a pessoa realmente o ame – por bem ou por mal.

Só que o resultado final é óbvio que seria o de aversão. O sistema imunológico da consciência está programado para rejeitar qualquer forma de guru. Ele deve se renovar na conciência através do estimulo hipnótico constante e, se o estímulo falhar, obviamente que o guru será rejeitado mais cedo que o esperado. Mas qual a necessidade de fazer isso? Simples.

Há pessoas incapazes de perceberem a beleza e a ordem por si mesmas. Elas necessitam de um guia externo. Mas elas não vão aceitar serem guiadas por um ser humano, portanto, uma coisa “superior” há de justificar a interpretação subjetiva do pastor ou do padre. Por isso que as escrituras sagradas possubem várias formas de interpretação para uma simples passagem. Não vamos dizer que é invenção divína, mas temos que compreender que os laços humanos eram muito mais fortes antes do avanço tecnológico do ocidente e os sábios de outros tempos, de várias religiões, tinham uma noção artistica de como manipular as pessoas: só não usaram do método ciêntifico para fazer um manual de engenharia social. Mas eles eram seres humanos como qualquer outro.

O propósito da religião, portanto, ao quebrar as defesas psicológicas de alguém para que sofra lavagem cerebral é simplesmente o de dar controle para quem esstá do lado de fora, percebendo o processo. Conversando com um pastor honesto de uma igreja protestante, ele mesmo controu que na escola ele aprendia formas de tirar dinheiro do crente otário. Só isso, lucrar. Outros, no entanto, podem ter propósitos mais nobres, entretanto, tudo se resume em uma coisa: controle. É basicamente dizer isso: olha cara, eu vou colocar esse tótem, ou melhor, esse Deus no seu coração e vou te controlar mas tudo em nome dele, que quer que você me escute.

Logo, um homem livre vai negar tal controle de todas as formas possíveis. No entanto, não vai negar os conhecimentos verdadeiros que foram acumulados pelos antigos, pois eles podem ser úteis. Não vai negar que não pode conhecer todas as coisas, mas que está aqui para evoluir. Não vai amar, tampouco não vai precisar odiar a causa inicial do universo: simplesmente vai compreender a neutralidade da mesma que é necessária para que todos tenham o direito de escolher o que querem para as próprias vidas e, com base nisso, o que querem para a própria consciência depois da separação com o corpo. Claro, há chances disso não ocorrer, mas quem está disposto a testar o que acontece após a morte? E como que o desgraçado pode morrer, ficar enterrado uns 10 anos – para ter certeza – e depois voltar? E por que alguém iria acreditar num trabalho de charlatão desses?

Evidentemente que acreditar ou não na eternidade também faz parte da construção da própria personalidade. Mas, melhor do que isso, é a noção da síntese do próprio ser que vai dar a perspectiva do que o sujeito realmente merece. Se estará satisfeito ou não e a resposta que der mostrará se é um justo ou não. Logo, há um Deus? Sim e não. Não da forma como conhecemos através do que nos foi passado pelas religiões. Mas sim, de uma forma completamente neutra pois é necessário viver a realidade. É necessário estar alinhado com o real para tomar as melhores decisões e ter a melhor percepção da lei moral interna (e que a mesma esteja livre de corrupções). Com isso, estou dizendo que vocês são livres para encontrar a Verdade. Abre portas para que alguns imbecís mintam para si mesmos e causem confusão e destruição, mas também abre portas para que as pessoas fiquem cientes que serão as responsáveis pelos próprios erros e pelos próprios acertos, de tal forma que não podem escapar de um destino cruel caso forem imorais: o que absolutamente todas as pessoas que eu já conheci buscam em religiões.

Conclusão

Logo, fenômenos sobrenaturais não podem ser percebidos dentro da existência no universo natural, do contrário, indicará problemas mentais. O sobrenatural é a estrutura necessária para a existência do natural e o natural é a estrutura necessária para a existência do subjetivo imaginário. O sobrenatural, aos homens, diz respeito apenas a síntese indivídual da própria existência que é inacessível aos demais, mas que permite um certo direito de escolha no que tange aceitar a ordem ou ir contra toda e qualquer forma de ordem, dando uma possibilidade de um estado de sofrimento pós vida. A expressão material da ordem deve permanecer desconhecida para que haja o crescimento indivídual, pois o conhecimento supremo não pode ser acessado nesta realidade. A religião é uma ferramenta de controle e transmissão de conhecimentos para que as gerações humanas de uma civilização guardem aprendizados ao longo dos séculos, sendo desnecessário a adoção de uma mas não descartável na questão dos conhecimentos que pode oferecer para o desenvolvimento moral de cada um.

Portanto, para a educação moral do fundador de alguma família, nação ou mesmo para o desenvolvimento pessoal, deve-se criar um novo sistema de crenças honesto, voltado para a verdade, de modo a evitar rejeições do sistema imunológico racional e garantir alguma coisa para as emoções se apegarem. Aprender com os antigos é uma forma da flexibilidade do novo sistema crie valores distorcidos, caóticos e egoistas. Além de que, a flexibilidade que a liberdade permite quebra o controle exercido por influências externas e derruba o governo que os tiranos do nosso mundo pode exercer sobre nossas consciências.

Sendo algo pessoal, personalizado e fora dos rótulos externos usados para o controle, não poderá ser plenamente identificado com algum rótulo pré existente. No meu caso, vou escolher deixar meu sistema sem nome pois evitando a identificação, evitarei os rótulos e as tentativas de controle e manipulação. Também é necessário esconder tal sistema, no âmbito da vida pessoal, de modo que as pessoas não tenham acesso imediato. Isso garante a vantagem de estar no controle delas. Se insistirem em saber com que rótulo nos identificamos, basta apenas dizer:

Eu sou eu.

No entanto, como forma de desapego, aos que tiverem acesso as minhas idéias eu vou chamar o desenvolvimento dos meus métodos com base no estilo de vida que eles demonstram: Filosofia da vida em cores monocromáticas, ou simplesmente filosofia monocromática.

 
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from Felipe

Introdução

Mais um filme do qual eu fiquei interessado nos tipos dos personagens mas não encontrei nenhum trabalho sobre o mesmo. É até estranho, num filme famoso, mas se ninguém colocou a mão na massa até agora, acho que é a oportunidade perfeita para testar meus conhecimentos. Alguns personagens foram mais difíceis de análisar do que outros enquanto alguns tinham certas peculiaridades que os tornam síngulares. Como no caso de Isabelle e Hanzo. Este, dotado de mistério e com poucas palavras foi o que levou mais tempo enquanto essa tinha algumas dissonâncias com a função desempenhada. Foi até espantoso encontrar uma INFP de sniper, mas os dados e os fatos foram certeiros. Outros personagens tiveram uma participação rasa enquanto meros figurantes e foi necessário pesquisar sobre os atores e as cenas cortadas do filme. Mas, no geral, creio ter obtido dados o bastante para garantir a precisão dos meus resultados e é o que pretendo expor neste artigo. Não é necessário dizer que alguma noção da teoria cognitiva – MBTI – será necessária para compreender este artigo.

Royce: comandante – ENTJ (Te, Ni, Se, Fi)

Royce Pic

Não, eu não sou [um homem bom]. Mas eu sou rápido. (disse, enquanto esfaqueava Edwin em legítima defesa).

Ele conseguiu compreender a situação em que se meteu: estava sendo caçado. Enquanto processava as informações do ambiente baseado numa ampla experiência de batalha enquanto mercenário – do tipo que caça homens por diversão – Royce já assume a postura de liderança e usa cada membro da equipe como peão. Não se importa em sacrificar um membro – ou mesmo a equipe toda – para cumprir a missão de sair vivo da reserva (ou para reconhecer os inimigos). Estrategista, sempre assume a postura de liderança, frio e gosta de estar em um jogo. Te (Racionalidade extrovertida) dominante. Ni (Intuição introvertida) auxiliar. A função inferior, os Sentimentos introvertidos (Fi), são exclusivos para ele mesmo; e conforme ele vai se envolvendo e se apaixonando por Isabelle, ela começa a comungar do lado mais “humano” dele. Outros aspectos interessantes são as coletas de informações estratégicas que ele faz ao longo do filme. Vai se adaptando a personalidade de cada um, como quando ele falou com o amigo imaginário de Noland com o objetivo de obter mais informações para os planos de fuga. Está se adaptando ao tabuleiro de maneira constante e o gosto por liderar jogos de estratégia acompanhado pela diversão em participar dos mesmos – correndo riscos – mostram que as Sensações extrovertidas (Se, ou o ambiente externo em outras palavras) são mais importantes do que as formas expressão sentimental e compõem a terceira função na ordem de prioridades. Outra importante evidência que mostra que ele é um ENTJ, não um ESTJ está no fato d'ele se divertir com o que faz, ou melhor, fazer o que faz por diversão. O ambiente externo fornece a ele uma fonte inesgotável de divertimentos perigosos e correr riscos é algo que está distante do perfil do ESTJ (tipo supervisor) já que o mesmo tende a ser mais “conservador” e evitar coisas perigosas ou mudanças radicais no ambiente – é uma estratégia cognitiva que se volta para a estabilidade e isso implica usar outra estratégia ao invés de colocar a integridade da equipe toda para reconhecer o inimigo.

Edwin: sábio – INFJ (Ni, Fe, Ti, Se)

Edwin Pic

Eu sou um assassino. Uma aberração. Mas entre os monstros, eu sou normal.

Um médico psicopata. Não é a descrição de Hannibal Lecter no filme Hannibal, a origem do mal? Qualquer semelhança não é mera coincidência. A dúvida que eu tinha sobre tal personagem era se ele era Ni (Intuição introvertida) ou Fe (Emocionalidade extrovertida) dominante. Mas ao longo das reflexões ficou claro que é Ni dominante. Ocorre que ele está sempre buscando significado e vendo as implicações de cada ação – bem como tirar proveito de cada coisa – e como função auxiliar, ele busca a aprovação social e está sempre em comunhão com os sentimentos do grupo como forma de dar cabo aos próprios planos e interesses. Vamos aos fatos. Ele ajudou Nikolai pois o reconheceu como presa fácil, no âmbito das emoções, bem como por necessitar de um protetor grato. Ao longo do filme, percebe-se que Edwin busca fortalecer tal elo e também percebe-se a natureza de cobra assim que Nikolai o empresta uma foto da família e Edwin guarda a mesma para usar como mecânismo de chantagem quando estiver em apuros. Estava sempre vendo as implicações e o potêncial de cada ação. No final do filme, vemos que o significado da mudança de time para ir para o lado dos predadores foi para ele obter a aprovação social entre os monstros. Mas tudo executado com cautela, sempre se precavendo e mostrando como é um rato medroso. Os mecânismos de defesa construídos sobre os valores sociais são raciocínios bem estruturados e percebe-se que tal médico tem amente organizada. Logo, ele tem noção da função Ti (Racionalidade introvertida) enquanto terciária. O ponto fraco, no entanto, é o distânciamento que ele tem da realidade. O mais lerdo do grupo. O mais medroso. O mais covarde, já que ataca pelas costas, demonstra submissão – ao mesmo tempo que abandona um amigo para salvar a própria pele, pois não voltou para ajudar Nikolai a sair da nave – e está sempre agindo com cautela. Poderia ser alegado que ele é um INTJ, pressupondo que a Racionalidade extrovertida (Te) fosse a função auxiliar. No entanto, vemos que Edwin realmente entende de como entrar em comunhão com as emoções das outras pessoas e usa da inteligência emocional e de apelos de compaixão para sobreviver. Não há uso do sarcasmo usual dos INTJ, nem mesmo uma cara fechada, mas alguém que sabe se conectar com o grupo através das emoções bem como reconhecer os sentimentos alheios.

Isabelle: mediadora – INFP (Fi, Ne, Si, Te)

Isabelle Pic

[O que aconteceu com você? O que te tornou assim?]

Farei com mais calma pois ela me pareceu uma personagem mais complexa, no entanto, eu acredito que é a mais completa até agora. Ela mata pessoas em nome da pátria, não abandona os companheiros quando os mesmos estão indefesos e tem um instinto protetor bem forte.

Ela não aceita medidas que racionalizem sobre a integridade das pessoas – sendo mais claro, que tratam as pessoas como números ou peças de um jogo – e é compassiva com os que estão agonizando: tentou matar Cuchillo – que já estava morto – quando o mesmo ficou preso na armadilha do predador e não poderia mais ser resgatado – e não aceitaria prosseguir com um companheiro agonizando – e se mataria com Edwin para que ambos não sofressem como brinquedos ao serem capturados.

No background da história, vemos que ela tornou-se compassiva por ter abandonado um companheiro durante a guerra. Ela protege por remorso. Tem raiva de si por conta da inação no momento mais importante. Atiradores de elite possuem um parceiro observador e o dela foi atacado enquanto ela estava escondida, com medo.

Ela tem medo da dor, por isso ameaçou se matar duas vezes: ao ser encurralada pelos “cães” e quando caiu numa armadilha no final do filme. As emoções estão voltadas para o grupo que ela pertence e por ser atiradora de elite, percebe-se que, de certa forma, ela é supostamente boa com cálculos por conta da experiência mas... Falta precisão, já que ela falha com alvos em movimento, mas faz o que faz em nome de algo, digamos, “nobre”.

Do patriotismo ao campo de batalha, do campo de batalha ao medo e do medo a compaixão, remorso e redenção. A desesperança surge quando ela acredita que, definitivamente, a única opção que resta é o suicídio – algo meio em preto e branco – e quando algum valor é violado ela torna-se agressiva. Pesquisando mais sobre a atriz Alice Braga, há rumores de que ela seja uma INFP. Partindo de tal hipotese, vamos aos testes.

Logo no começo do filme ela está numa posição de enorme desvantagem, ainda que com o rifle apontado para Royce, Nikolai e Mombasa, ela estava numa distância nada favorável à classe dela. Ao se aproximar do grupo, ela decide ficar próxima daquele que fornecia uma forma de figura mais “paterna”, de liderança, ou melhor se dizendo: ficar próxima daquele que poderia compensar uma certa falta de ação e bravura. Ambos tinham alguma ligação, apesar de serem completamente opostos.

Royce assume a postura de liderança enquanto Isabelle coopera. Royce está com uma arma de combate à curta distância enquanto ela estava amparada por uma classe que se beneficia por estar longe do campo de batalha. Os questionamentos dela estão amplamente voltados aos atos que são cometidos contra indivíduos, mas aceita as táticas que vão beneficiar a todos. Eu observo que é claramente o conflito entre Fi (Emocionalidade extrovertida) Vs Te (Racionalidade extrovertida). Também poderia ser alegado que é a Emocionalidade extrovertida (Fe), mas podemos observar que são valores internos e o caminho que ela percorre até chegar nos atos de compaixão estão fundamentados no que ela sente em si mesma, não nos valores coletivos.

Um se guia pelas regras do jogo enquanto ela se guia através dos valores pessoais que muitas das vezes a coloca em situações arriscadas e desamparadoras. Se faz pela pátria, ela não busca as emoções das empreitadas, mas os significados. Logo, a ordem é Fi, depois Ne (Intuição extrovertida). Portanto, a Sensitividade introvertida (Si) está como terceira função. Os pensamentos em preto e branco que a tomam nos momentos de desespero, sem qualquer ponderação numa possível esperança, a levam a concluir que a única solução é o suicídio. A estagnação nos momentos de estresse também é uma pista interessante que me leva a concluir que ela tenha Si enquanto terceira função.

Do ponto de vista d'ela ser uma INFP, o tipo mediadora, faz muito mais sentido tal ordem cognitiva em relação aos eventos do filme do que qualquer outro tipo. Bem como a forma que ela serve de complemento aos pensamentos de Royce, ou melhor, como forma de balâncear a natureza racional buscando desvendar o lado emocional oculto, mostra a função mediadora. Bem como ela não se aproximou dele por conta da inteligência emocional, mas por conta do oportunismo. Royce estava numa posição de liderança e a oposição polar de ambos mostra que, em tal perspectiva, o tipo de personalidade de ambos é o que mais faz sentido e mais esclaresse a atmosfera psicológica do filme.

No que tange o casal que se forma no final do filme, faz ainda mais sentido. Ela espera que Royce busque o lado humano. Royce, no entanto, espera que ela mostre que saiba como jogar. O confronto de oposições polares que se complementam quando balanceadas. Nas outras funções, o restante pode se resumir no seguinte: Royce governa, ou melhor, busca as oportunidades de crescimento exterior enquanto Isabelle olha para o interior. A paixão, portanto, é justificável e com tal significado, é até possível acreditar que torne-se amor: caso ambos sobrevivam à próxima temporada de caça.

Stans: empresário – ESTP (Se, Ti, Fe, Ni)

Stans Pic

Não, é a minha irmã. (disse, mostrando a tatuagem de uma mulher nua).

Do tipo doentio, por sinal. Os estimulos externos compõem a vida desse sujeito. Está sempre ligadão no que pode oferecer algum divertimento temporário, mas caga para as implicações dos próprios atos. Deseja obter a liberdade apenas para cometer estupros e usar drogas, pois pensa apenas no prazer momentâneo. Vemos que a Intuição introvertida (Ni) está completamente desligada enquanto a Sensitividade extrovertida (Se) está no comando, totalmente fora de controle. Ele busca o extremo das experiências, e sequer entende o que são idéias e nem mesmo têm – ou entende de – valores. Ele não tem noção alguma de ordem e está longe de ter a Racionalidade extrovertida (Te) como função terciária ao mesmo tempo que aplica os próprios métodos no que faz e, de certa forma, ainda tem alguma expressão de comunhão com algumas pessoas (tipo a irmã dele). Aumentam, pois, as chances de ter a Racionalidade introvertida (Ti) como função auxiliar e a Emocionalidade extrovertida (Fe) como terciária. Além disso, ele consegue assumir muito bem o papel de um ESTP doentio, tem mais chances de buscar valores sociais do que pessoais e é muito parecido com o Stephan do filme Whoami que eu já fiz uma análise (que também é um ESTP). Ele é o cara que corre riscos por diversão.

Nikolai: Rambo – ISTJ (Si, Te, Fi, Ne)

Nikolai Pic

[Ты один уродливый ублюдок!]

O “Urso Russo” além de ator, já foi lutador.

Mas estamos falando do personagem, não do ator. No entanto, vemos que o aspecto bruto de ambos é um ponto chave em comúm. A necessidade de estar atento para não levar um golpe – ou quem sabe ser devorado por um predador – sobrepõe a imaginação. No filme, vemos que Nikolai é um homem que faz o que faz para dar o melhor para a família. Ele é leal aos que lhe são especiais e é isso que o guia até a parte onde ele decide voltar para salvar Edwin. A função dominante é, portanto, são as Sensações introvertidas (Si) já que estar alerta faz parte da classe de combate em que Nikolai se encontra. As emoções, ou melhor, os valores e o apego pela família e pelos amigos é algo do qual Nikolai está ciente, mas não em comunhão constante. Em situações de perigo, ele usa da força bruta e da dominância como forma de ganhar o controle – já começa o filme com ele atirando para todos os cantos – e a função auxiliar provavelmente é o Pensamento extrovertido (Te). Uma forma de buscar a ordem através de métodos brutos, mas sem esquecer porque ele faz o que faz (Fi, Emocionalidade introvertida terciário). Não há espaço para brincadeiras e a Intuição extrovertida fica (Ne) fica para o final.

Noland: Protagonista: ENFJ (Fe, Nitd, Se, Ti)

Noland Pic

Ah não. Não. Esta é a minha casa de verão. Eu passo o inverno em Riviera. As escolas são muito melhores lá. E os homens... Ooh, la, la! A propósito, disponha.

O cara é foda. É a impressão que temos dele o tempo todo no filme. Ele sabe impressionar, ainda que tenha ficado esquizofrênico, é um louco do qual simpatizamos na hora. A entrada triunfal e a saída de maluco, até mesmo a postura dele diante do predador antes de ser morto só podem ser de alguém cujas emoções estão direcionadas para fora (Fe, Emocionalidade extrovertida).

Bem como mesmo estando maluco, Noland continua ajudando o próximo e esperou que os sobreviventes estivessem perto da nave abandonada para que ele pudesse oferecer ajuda e sair da toca do coelho. Ele sabia o que estava fazendo, guiando o grupo pelas sombras e dadas as condições de saúde mental, bem como os planos bem feitos em condição de vulnerabilidade psíquica, eu vou apostar que a função auxiliar é a Intuição introvertida (Ni) desgastada por conta do estado de estresse emocional extremo, que encontrou na auto-ilusão uma forma de se preservar até obter ajuda, enquanto ele não foi capaz de se desvencilhar da realidade por completo e ainda consegue usar os sentidos e perceber o ambiente em torno, tendo sido capaz de escutar os movimentos do grupo que chegou na reserva. Logo, vamos dizer que a função auxiliar é a Intuição introvertida temporariamente desabilitada, ou Nitd. Enquanto a terceira função são as Sensações extrovertidas (Se) bem apuradas por conta do medo constante.

De certa forma, ele foi capaz de iludir a si mesmo ao ponto de criar um amigo imaginário ao mesmo tempo que não perdeu o contato com a realidade. Eu posso deduzir que é um estado temporário devido ao estresse e aos traumas mas que poderia ser revertido com o tempo. Poderia ser uma condição ainda mais extrema se a intuição, ou melhor, as funções imaginativas estivessem no topo da cadeia de prioridades – um INFJ, vamos assim dizer – mas no caso d'ele ter a função auxíliar como a Se (Sensações extrovertidas) e por estar consciente do processo de auto-ilusão, mas negando que esteja mentindo para si mesmo, ele conseguiu fazer uma ponte brilhante entre o mundo interno confuso, mas que mostra que é a confusão de um grande homem, com o ambiente externo e as pessoas reais e reconhecer a importância das mesmas até ter uma recaída em condições de vulnerabilidade psíquica: o sono.

É comúm que doentes mentais tenham um quadro de recaídas quando estão com sono, fome e fadiga. Está fora da minha especialidade dizer quais doenças psicológicas tal personagem têm, mas eu suspeito que Noland tenha desenvolvido um quadro de Síndrome do Pânico que evoluiu para esquizofrênia. Vamos ver o que dizem os médicos. Perguntaram se a Síndrome do pânico pode evoluir para psicose ou esquizofrênia e o Dr. Dirk Belau, formado em psicologia e psicanálise, respondeu o seguinte:

Olá,

pode. Mas dizer “evoluir” só capta o que se observa no decorrer do tempo. Numa outra perspectiva, mais rigorosa, tanto a síndrome de pânico como a esquizofrenia são expressões da mesma condição. Antigamente, ela se chamava simplesmente der “nervos fracos.” Faz um pouco mais de cem anos , distinguem-se os tipos de expressão disto, na medida em que se desenvolveu a comunidade profissional para tratar deles. Sem, no entanto, ter encontrado métodos específicos para trata cada um deles. Assim, os nomes ficam bastante estéreis.

Se se assume que a esquizofrenia se distingue pela psicose, ou seja, a comunicação da pessoa tão distante do que os outros vêm e pensam, chamado a “realidade,” que parece que ela está negando esta realidade, a síndrome de pânico também pode expressar-se desta maneira. O pânico, para os outros, parece não ser justificado pela realidade que eles entendem. Assim, a psicose pode já ser parte da síndrome de pânico, embora ainda com um pé no chão, pois a pessoa procura explicar-se o seu medo por algum acontecimento real.

Na minha experiência pessoal, conheço o caso de uma mulher com a personalidade ISFP (Fi, Se, Ni, Te) em tratamento psiquiátrico que é um caso bastante interessante. Nos dias normais dela, ou seja, quando consegue se controlar, ela sequer pensa e é uma mulher quieta e que não se importa com o que acontece com o mundo, desde que não invadam o espaço dela. Mas em momentos de estresse – como quando ela foi roubada pelo próprio irmão – ela cria amigos imaginários mas depois volta ao normal. Ela torna-se perigosa quando o estresse é extremo e vira uma ditadora, como quando o casamento dela desabou – o que deu inicio ao quadro – por conta de uma suposta traição inventada por uma tia invejosa (que começou a espalhar o caos na família quando foi traída pelo marido, como forma de revelar as tendências invejosas que guarda desde que foi criada por outra família na infância, com histórico de abusos). A hipótese diagnostica é Síndrome do Pânico. Já são 5 anos de tratamento psiquiátrico e ela está debilitada por conta do uso de anti-psicóticos, tendo recaídas em momentos de estresse. O medo já começa na infância por conta de um pai narcisista (e uma mãe borderline) e se extende na fase adulta por conta dos abusos psicológicos de uma seita religiosa que a fez vender dois apartamentos e dar uma fortuna, bem como sustentar mensalmente com 10% do salário, em nome de comprar o paraíso terrestre. As técnicas de opressão que usam do medo como combustível foi deteriorando a saúde mental dela até o climax: delírio religioso prolongado, onde ela ficou 3 dias e 3 noites consecutivas em pé, rezando, até cair de exaustão com o corpo rígido e a mente destruída. Isso merece um artigo exclusivo e é o que farei em breve.

Comparando com minha experiência pessoal com os doentes próximos, Noland é um caso famíliar de Síndrome do Pânico causada pelo medo constante. As funções cognitivas criaram mecânismos de defesa. Os sentidos ficaram apurados e sensíveis – suspeito que seja por conta das descargas constantes de dopamina – da mesma forma que a imaginação invadiu a realidade por conta do estado em que ele se encontrava.

Cuchillo: empresário – ESTP (Se, Ti, Fe, Ni)

Cuchillo Pic

Estamos no inferno.

O que viveu menos. Bem, tá certo que quem viveu menos foi o cara cujo paraquedas não abriu, mas dos personagens que conhecemos, este foi o que morreu primeiro. Ele é relutante, mas aceitou a liderança de Royce com algum esforço. É exagerado, nas cenas cortadas do filme fica mais evidente que ele é inconsequênte, provocador e porco; e chega em conclusões precipitadas e porcamente análisadas da situação. É Ni (Intuição introvertida) inferior, logo, vemos que ele é comandado pelos estimulos externos, ou em termos do MBTI, Se (Sensitividade extrovertida). Por ser relutante com regras, ter os próprios métodos de ação e é um criminoso em um lugar conhecido por ter os traficantes mais nojentos do mundo, vemos que nem Te (Racionalidade extrovertida) nem Fi (Emocionalidade introvertida) fazem parte do repertório cognitivo deste sujeito. É um empresário um pouquinho mais educado que Stans, mas do qual não passou de um figurante sem muita importância para o filme, senão mostrar as qualidades dos outros personagens.

Mombasa: Consul – ESFJ (Fe, Si, Ne, Ti”)

Mombasa Pic

[Capture um homem. Faça ele sofrer. Faça ele sangrar. Faça ele pedir ajuda e monte uma armadilha para matar os que vierem. Eu sei por que eu fazia isso.]

Ele está conectado com os sentimentos alheios e aplica formas de tortura baseadas na inteligência emocional: sequestrar, torturar e aguardar o resgate: para matar os que vierem em seguida (Fe, Emocionalidade extrovertida, dominante). Se baseia em fatos e na experiência (Si, Sensitividade introvertida, auxiliar) e está bastante atento aos movimentos em torno. Nas função terciaria e inferior vemos como ele emprega uma personalidade dotada de carisma para o mal, através de uma certa engenhosidade perversa para matar os inimigos de classe. O background de caçador de homens. E, além disso, uma personalidade relativamente simples, como vemos em boa parte dos consuls (ESFJ).

Hanzo: ISFP – (Fi, Se, Ni, Te)

Hanzo Pic

Acena com a cabeça e manda os outros irem embora.

Este, sim, é o sujeito que eu ficaria com medo se ele estivesse na posição de atirador de elite. Furtividade é com ele mesmo e foi o último a ser detectado pelo bando, enquanto Isabelle só faz pose de sniper. O silêncio que ele guarda por conta da experiência com a Yakuza aumenta a dificuldade de leitura e é necessário observar as ações com cautela.

Entendeu a necessidade de estar em um grupo e colaborar, mas foi cauteloso para não ser pego antes da hora e manteu a posição de observador enquanto assassino silêncioso – tirar os sapatos para não fazer barulho e mesmo estando no grupo, não falar uma única palavra.

O que tirou palavras da boca de Hanzo? A katana. Ele recebeu uma educação, digamos, tradicional, já que ele entendia como usar a espada e uma das cenas mais icônicas do filme é quando ele decide se sacrificar para ter uma morte digna de um samurai.

Quem é louco de entrar numa briga de armas usando uma espada? Hanzo viu as armas dos predadores atirando frenéticamente na emboscada mas mesmo assim decidiu ter uma morte de samurai. Quando um samurai joga a bainha da espada no chão, indica que vai morrer em combate.

Alguma coisa o fez acreditar que seria possível enfrentar os monstros com uma espada e que, sim, os mesmos aceitariam um combate corpo-a-corpo. O cenário era perfeito para tal combate. A espada antiga que ele encontrou na instalação de Noland despertou a alma dele.

Morrer como um samurai para que o restante da equipe consiga chegar até a nave. Tentar matar os monstros ou, pelo menos, servir de isca viva para que o restante da equipe ganhe tempo pois ele sabia que seriam alcançados por conta da perseguição.

Bushido IMG

A introversão evidente elimina metade dos 16 tipos. Métodos tradicionais de ação, valores e combate implica na ausência de Racionalidade introvertida priorizando a Racionalidade extrovertida (Te) em algum lugar do espectro, restando 4 tipos. Onde há Racionalidade extrovertida, há Emocionalidade introvertida (Fi), de modo que Hanzo tem um código de valores individual de modo que temos que nos perguntar qual é a prioridade.

Percebe-se, portanto, que os valores dele são tão fortes que implicam no ato de se auto-sacrificar pelo bem da equipe como forma de honrar as crenças. Antes das regras do jogo, Hanzo prioriza honrar o caminho do guerreiro – Bushido – e tal individualismo é o que abre a possibilidade dele ter falado alguma coisa que o desonrou perante a Yakuza e, consequentemente, o fez perder 2 dedos (provavelmente cortando um pedaço de cada vez, somando 6 erros).

Reincidência nos erros e métodos extremos de lidar com os mesmos, como o voto de silêncio. Estamos diante de alguém cuja Emocionalidade introvertida é dominante (Fi). O contato com o corpo físico e atento ao ambiente externo, sendo habil no combate corpo-a-corpo com um predador e uma cautela impressionante mostram que as próximas funções são Se (Sensitividade extrovertida) e Ni (Intuição introvertida). Portanto, nota-se porque Hanzo assume medidas extremas na conduta como forma de impedir os erros, já que a função Te está inferiorizada e é algo que ele começou a trabalhar com a maturidade.

É mais cauteloso do que assertivo, como indicado no começo do filme e isso implica no fato de a intuição estar voltada para dentro do que para fora. ISFP, aventureiro, é o tipo de personalidade de Hanzo.

Conclusão

Demorou alguns dias até concluir este artigo e foi necessário rever o filme algumas vezes para chegar em muitas conclusões. No entanto, sei que pode haver imprecisões e, sendo assim, o leitor mais astuto poderá me enviar um feedback por e-mail. Notem que não fiz uma análise dos predadores pois o escritor deste blog não estudou o bastante – nem é a pessoa qualificada – para compreender a complexidade das funções cognitivas em aliens. Para isso, recomendo que o leitor peça um feedback dos funcionários da área 51.

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from Felipe

“When I float weightless back to the surface, I'm imagining I'm becoming someone else.”

When you have a data set and you need to know the relationship of a specific data to the set, it is necessary to isolate and observe. You will look deep into the implications of the set being without the specifc data and the opposite. Imagine that you have a C library in a progam, so, what happens if you remove the library? How this library can be useful in another program? What pieces of software she needs to operate? First, you need to read the library's code. Then, it will be the time to read the entire program based on the previous observations. Now imagine this scneario: the program that you received is already compiled, with a foreign programming language and to turn things even more complicated, the program is encrypted and protected with copyright licenses/softwares. The only thing that you have is an set of isolated executable files. If all reverse engineering methods fail, the only option remaing will be the debug. Observing every I.O. & hardware operation and observing the behavior of each executable file step by step.

Your body receive data with the 5 senses. You have unique motion, objects, smell, appearance. Even the color of your eyes belongs only to you and, boecause of a few imperceptible pigments, it can't be repeated. It's driven by a pre determined DNA code of constantly reproducing cells. By the cognitive process, you create your own set of memory and methods to process data and make choices. Your own tastes for the usage of your senses. By the observation of the details, you can accurately diagnose what your needs are and stay in touch with your experiences to make your choices and protect your good being. In other opposite direction, by the big picture of everything, you can transcend and add meaning. For both directions you will need silence. Don't be a rat!

Your being is like a rolling release software. There is always something new. You are the core adminstrator of yourself. Humans does not come with an open manual of how things works and have to figure out by themselves. Meditation is just the imparcial and impersonal method to observe the self. The more aware you hare, better to your choices and present moment. Sherlock holmes did this to solve his cases. He just disconnected himself from the world to observe new experiences, the nature as it is and how he was dealing with their inner problems by the eyes of an outsider. It must be a habit, an instinct. And other useful method to achieve inner order is through the beauty. Beauty must have order, form and bright; and the classical music is a good example of this. The violin, the taste for good art and sensitiveness to the nature are some examples of the meditative nature of Sherlock Holmes.

Self awareness is the key to get a good psychological development. However, it's not about reading too many books, it's about stopping. Turn yourself off of the world. Andrew Lobaczewski did this to survive the political subversion and to start his reserach. He just turned him self off of the world. That's the key I'm talking about in my posts. The only thing that social engineers and politicians fears most than oppossition movements are individuals. People who are not indentified by a label or a movement and knows even the influences behind their clothes and food. They are aware and awake.

In past experiences I did meet people in process of indoctrination and asked them why they did not accepted any kind of rational discussion. They choosed to be molded by some kind of “leaders” of any kind of social authority. They was not seeking for deep meanings for their lives. They was seeking for care and compassion of others at the costs of their souls and choosed to close their eyes to be not aware of the proocess. They was suffering and didn't know why.

A cada novo encontro, sentia algo se esvaindo da minha alma de maneira irreparável. – Andrew Lobaczewiski.

I know that it's painful to feel yourself alone. However, who are with you when you're alone? It's you. Your own best company for the rest of your life. Why people should accept you if you don't even accept yourself? Why don't you stop being what they want and start to be who you are? The only thing that you need is the love for the truth and a good sthetical sense. And the best starting point is to disconnect yourself from the world and start reading your own source code. A meaning by your big picure and/or things you need to keep your present good is something that you will say.

Good luck.

 
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from sarahlendir

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from Crwys' public journal

Greetings to whoever may find this!

My purpose in here is to document my exploration of spirituality. I am always tempted to prod out a long and unassailable apology for spiritual pursuits. I will this and trust that if it is something you find interesting, that you will find some utility in what I write. To be more specific about the nature (hah!) of what I will be exploring – the subjects will largely involve modern Druidry.

Given the long, contiguous, and sometimes tumultuous history of that “religion” and the labels surrounding it (including religion) I will also be clear that, given the paucity of original and non-theoretical attestation of historical Druidry, what I am practicing is revivalist (a.k.a. Modern Druidry). This is another charged term, and seems to result in long sets of apologetic gyrations. My position, briefly, is that from the core ideas and the integration of other systems and understandings to that core, a practice – however novel – can be judged by its efficacy. Having been an initiate into various traditions (including taking Buddhist precepts at one point), I can say with confidence that my short work on the path of Druidry has already been productive. I am currently working through the published requirements of the AODA (https://www.aoda.org) and John Michael Greer's primer, The Druidry Handbook.

Views and opinions expressed here are mine and do not necessarily reflect those of AODA, Druids, are anyone but myself really. Much of what I will be discussing here will be further experiments and insights derived from that work, as well as my musings about things that I've picked up along the way.

Thank you for reading.

 
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from Auf nach Eutopia!

»Ich kann freilich nicht sagen, ob es besser werden wird wenn es anders wird; aber so viel kann ich sagen, es muss anders werden, wenn es gut werden soll.«

Georg Christoph Lichtenberg

»Wer nicht von Grund auf umdenken kann, wird nie etwas am Bestehenden ändern.«

Anwar al Sadat

 
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