Sistema de hipócritas

Deveres sociais.

Nos acusam do que eles fazem e nos xingam do que eles são.

Quando criança, eu ficava espantado com a TV que até nos desenhos animados a culpa sempre era do objeto, nunca do sujeito que cometia o ato. A arma mata, a caneta escreve e o carro atropela.

Vejo as pessoas fugindo do dever e da responsabilidade. Na minha experiência pessoal, já denúnciei pessoas que cometeram crimes contra uma garota deficiente e depois eu fui criticado por ter feito as denúncias! Não vou citar nomes nem a relação que tais pessoas tem comigo para preservar a idêntidade da criança. Também fui humilhado por ter exigido que os direitos dela fossem respeitados e que ela recebesse os devidos cuidados com a saúde física e mental, inclusive com a higiene pessoal. Os ouvidos dela estavam entupidos de tanta cera, ela tinha forte cheiro de urína, não bebia água com medo dos abusos psicológicos que sofreria por pedir para ir ao banheiro e a rotina de exercícios passados pelo físioterapeuta não estava sendo cumprida. Mas é claro, o culpado sou eu por ter reclamado! Ainda tiveram a cara de pau de chamar ela e eu de demônio, pricipalmente ela que não tem culpa de estar numa situação tão triste. Para piorar, sei que neste país não há justiça e ficarão impunes por terem destruído o psicológico dela e negligênciado os cuidados físicos. Mas ainda tenho esperanças de que as provas em vídeo que eu entreguei na Delegacia da Mulher ajudem a punir os responsáveis por abusos psicológicos e alguns físicos contra uma inocente.

A culpa para esse povo nojento é sempre da vítima e de quem denúncia as injustiças. Nunca é de quem comete as injustiças por anos seguidos, pois, coitadinho, deve ter o direito de foder com as outras pessoas assegurado em nome de algum título de autoridade. Não entendem que todos os seres humanos possuem o mesmo valor, mas o que muda são os nossos compromissos e os nossos deveres morais por conta das nossas escolhas.

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Vivemos numa época onde as mulheres são privilegiadas com cotas, leis exclusivas e ainda reclamam. A indústria do divórcio mostra que o casamento é um investimento de risco, pois o homem coloca tudo à perder e não recebe nenhuma garantia caso algo dê errado. Traição não implica punição, a mulher fica com a guarda dos filhos em 90% dos casos e ainda recebe pensão e o pai deixa de ser o protagonista na educação do filho e torna-se o vilão.

Na verdade, qualquer relação com mulheres foi culturalmente corrompida. Falsas acusações de estupro e de abusos de crianças já é um assunto que caiu na língua do povo. Há até um livro públicado pela Sara Próton: Denúnciação Calúniosa, um crime atual. Mas a culpa não é apenas da lei, que está violando a presunção de inocência, prevista na constituição, por prender pessoas sem fazer as devidas investigações para provar a culpa. Mas das mulheres que fizeram as mentiras de forma a prejudicar o próximo. Alguém está usando a arma, não é mesmo?

Os animais que cometem linchamentos sem terem provas, apenas pela acusação em si mesma, são eles os responsáveis diretos pelos danos causados em alguém que pode ser inocente e devem ser punidos com ainda mais austeridade junto da língua mentirosa que causou as desgraças ao próximo – que, pasmem, ás vezes é a de órgãos de mídia que sequer cumprem o papel investigativo de jornalistas sérios.

O homem inocente sofre não apenas nas mãos de um governo injusto, mas nas de uma cultura injusta. A função de reprodução da espécie tornou-se obsoleta para os homens livres que perceberam que devem se sujeitar à relações onde serão humilhados, traídos e possivelmente acusados de crimes que não cometeram. Alienação parental, indústria do divórcio e da pensão alimenticia. Advogados lucram. Igrejas lucram com alguém que casa 3 ou 4 vezes. A culpa, obviamente, é das mulheres que cometem abusos psicológicos contra os homens que as amam. Posteriormente, a culpa é, sem dúvidas, do aparato cultural que impede dos homens se expressarem quando são vítimas de violência doméstica. Por fim, a culpa é do estado que na função de mediador acaba privilegiando um lado e fodendo o outro para manter seus mecanismos de controle.

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Por fim, a culpa, segundo quem defende este establishment, sempre é de quem faz as denúncias de tais injustiças ao invés de aceitar calado os psicopatas que estão no poder. Doentes, crianças, deficientes e idosos sofrem nas mãos de cuidadoras abusivas e nunca vi nenhuma merda de um outdoor com alguma campanha defendendo os direitos humanos dessas pessoas – eu mesmo já sofri nas mãos de mulheres assim quando estava doente.

Homens perdem tudo para a indústria do divórcio, há mulheres fazendo acusações falsas inclusive contra jogadores – vezes seguidas inclusive – e onde estão as campanhas pelos direitos dos homens? Silêncio total da grande mídia. Propagam com vígor campanhas onde homens são abusadores, agressivos e tudo de ruim enquanto as mulheres são deusas, empoderadas, merecem toda adoração e clamor mesmo sabendo que sexo não define caráter, menos ainda grandes feitos pela humanidade dignos de reconhecimento.

É de doer o coração os relatos destes vídeos, onde vemos um homem que foi condenado a morar na favela e que mesmo assim luta por um futuro melhor para a nação que o tratou como lixo. Quem o acompanhar, perceberá que ele ainda é caridoso com os mais pobres pois enxerga que poderia ser ele numa condição daquelas.

Como sair de vez da matrix (censurado do Youtube, backup do BitChute):

Gadocast com um Viking de Óculos:

Há mulheres de família, com vários filhos, encontrando-se em desamparo finânceiro pois o marido não consegue dar conta dos custos de vida no ambiente urbano, que tende a piorar com as crises, e seus heróis são tidos como monstros e estupradores em potêncial. Os filhos crescem com uma cultura que humilha seus verdadeiros heróis, se é que crescem com eles e o silêncio continua, revestido da imagem da mãe solteira empoderada – mas sequer mostram os lucros que a industria psiquiátrica tem em cima de muitas mulheres que destruiram casamentos de anos por conta da mídia feminista.

A regra da mídia é mostrar o pai da criança apenas quando ele foi acusado de algum crime, entrevistando a mãe, dando poucas excessões e espaço para o homem da casa abrir a boca. Teatro armado. O que ocorre diante dos nossos olhos é uma manipulação de dados, transmissão de informações – que é feita de maneira parcial – e a imposição de uma ditadura que está abusando das mulheres para manter os piores ladrões e degenerados no poder. Isso viola cada vez mais as liberdades individuais.

Vejo cada vez mais adolescentes, especialmente garotas, tomando remédios controlados para doênças como depressão, pânico e ansiedade, coisas que as mulheres de 4 gerações atrás sequer sonhavam. É esse o paraíso da lacração? Foder o psicológico de todo mundo para vivermos em um ideal utópico que está muito além da natureza humana? Essa igualdade que comete injustiças para privilegiar pessoas sem talento algum enquanto prejudica o esforço de quem realmente dá duro é boa onde? É esse o mundo que vocês querem? Mentem sobre a natureza humana, propõem absurdos impossíveis e expectativas distantes da realidade biológica e frustram jovens pois eles entram em conflito com o mundo colorido ideal e a realidade seca. Não percebem que estão adoecendo as pessoas para que fiquem fracas e manipuláveis?

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Meu recado para qualquer homem livre – e mulher livre, pois há muitas mulheres que não se deixam comprar com bolsa esmola pois buscam conquistar as coisas através do próprio esforço e dedicação – é de cair fora desta civilização de retardados pois o destino dessas pessoas que construiram este sistema é a total destruição. Dependam o mínimo o possível do sistema. Não assinem contratos de casamento ou qualquer outra coisa que nas emoções é uma coisa mas na prática existe como mecanismo de opressão e boicotem relações cuja lei e a cultura ou desampara ou abre portas para injustiças. Se o homem for livre, não irá se casar ou se relacionar enquanto as leis forem injustas e as relações não fornecerem nenhum benefício e segurança além do méro conforto emocional (para isso, busquem um psicólogo para tratar da carência afetiva). Se a mulher for livre, não vai assinar um contrato que existe apenas para foder o marido e vai se esforçar para que ele sinta que realmente está ganhando algo com a relação. Pois os relacionamentos amorosos do século 21 resumen-se na mulher explorando o homem:

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A mulher livre entende que ela é um ser humano como qualquer outro e tem direitos e deveres. Quando está em um compromisso afetivo com um homem, não vai usar da beleza como moeda de chantagem para que o homem pague tudo enquanto ela não faz nada. Mas promoverá o crescimento mútuo de ambos e será a base para uma família saudável. Quando a humanidade deixar de ser imatura e as pessoas assumirem os próprios atos e compromissos veremos uma mudança profunda. Há muitos homens de coração puro que acham que ao se entregarem por alguém, amando mais do que a si mesmos, vão fazer algo de bom pela humanidade. Mas assim como o pilar do ocidente é um homem que morreu por ser bom, temos uma verdade que nem mesmo um ateu pode contestar: as pessoas tem ódio de quem é bom e inocente.

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Na minha geração sei que vou morrer sem ver uma mudança significativa nas estruturas culturais e estatais que promovem o conflito de classes entre homens e mulheres. Cabe a mim mesmo não lutar para construir uma família, pois sei que as chances de encontrar uma mulher com o espírito nobre que tenha nascido neste século são menores do que 0,01%. Além do fato de que eu mesmo não seria digno de tal raridade pois há homens muito mais sábios e bondosos do que eu. Mas entendo que se eu fizer algum esforço agora, quando eu morrer poderá existir uma geração de homens e mulheres livres capazes de construirem famílias saudáveis e felizes. O mais importante é cuidar de mim mesmo e amar a minha própria vida e jamais entregar ela por ninguém. Não há senhor digno de ser servido. O suor que cae do meu rosto quando estou em alguma atividade física. A dor de cabeça e a insônia que tenho em noites de sobrecarga por estudos. São frutos do meu trabalho que devo colher para mim mesmo.

É duro e requer adaptações, pois amar está na natureza humana. Mas vejo que não há ganhos em relações amorosas neste século, vou apenas me destruir por nada. Além disso, mesmo se eu superar 50% da parte que diz respeito a encontrar a mulher excessão, ainda existem os 50% do estado e a ausência total de segurança. As mulheres, no entanto, estão com vários privilégios mas a mentalidade das massas, a consciência coletiva produzida artificialmente pela mídia, colocaria em dúvida mesmo o melhor dos homens (que, acredite, são maioria, assim como mulheres boas também são). Não vou dizer que mulheres não prestam, apenas que estão sendo manipuladas a destruirem tudo o que possuem de mais especial. É a manipulação através do medo e da construção de uma sociedade de loucos. Me recuso a viver numa atmosfera psicológica dessas e quanto maior for o boicote, maiores as chances de que alguma mudança positiva tire o medo de nós para que as próximas gerações consigam amar e terem alguma segurança de que se algo der errado no âmbito afetivo, a sociedade e o estado será amparo para ambos, não um carrasco que fode um e ajuda outro.

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A paz de espírito exige tranquilidade e segurança. Garantias de que não há alguém que a qualquer momento vai enfiar a faca em nossas costas. Esposas que amam seus maridos e sabem que eles são bons, maridos devotos, filhos que enxergam os pais como heróis, pais e mães orgulhosos dos filhos bons que criaram deveriam destruir por completo este sistema cultural que está cuspindo na cara deles. As novas gerações devem ficar longe deste hospício e se preservarem para cultivarem uma vida boa e feliz de modo a terem riquezas espírituais que, futuramente, será uma semente plantada em solo divino que há de brotar o desejo por liberdade, justiça e amor em todos os corações. Viver dentro do sistema como gado, da forma pregada pelos conservadores, vai fazer mau para todos, ambos homens e mulheres. Revoluções sangrentas também não vão ajudar em grande coisa, já que na lei do mais forte o poder está nas mãos de quem tem armas: o estado e o crime. Sobra entender as regras do jogo para que, de maneira discreta, crie-se uma geração de homens e mulheres livres capazes de influênciar o sistema através do exemplo e da felicidade cultivada em liberdade. Ao plantar nas pessoas o desejo de serem livres – cobiçamos o que vemos – vamos acelerar o processo de nos livrar do estado que está esmagando a nossa liberdade através de mentiras e trapaças.

Fora do peso que é ser manipulado de todas as formas, especialmente jovens que sequer estão conscientes de que são influenciados até no corte de cabelo escroto que fazem (tem até a geração de tolos que acham que liberdade significa fazer cagada com o próprio corpo, adotando hábidos nada saudáveis como fumo, alcool e tatuagens), estando livre do sistema e acima dele, temos o espaço perfeito para olhar para nós mesmos e conhecer nossas próprias almas. Pois, caro leitor, sua vida, seu patrimônio e sua alma é sua e de mais ninguém. Você não deve fazer mal ao próximo e deve usar o que tem para a sua própria felicidade e para a manutenção de um ambiente externo onde as pessoas estejam em harmonia para que haja paz, felicidade e amor. Farei minha parte para construir um mundo melhor para mim e espero que você também consiga o seu!

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